sexta-feira, 21 de maio de 2010

Adesivação blindex


Foi desenvolvido para Magnífica Imóveis RJ: Design, Produção e Adesivação do Blindex,
para divulgação local do PDV.

Cliente: Magnífica Imóveis
Produção: SUA Comunicação - suacomunicacao.com

domingo, 2 de maio de 2010

Mídias Sociais


Várias expressões ‘da moda’ – compartilhamento de informação, jornalismo cidadão, crowd sourcing -, empolgam um grande número de pessoas, mas elas não percebem como influenciam as relações públicas de informação. Essas expressões também aterrorizam um monte de gente que não se dá conta que, em muitos aspectos, essas práticas são apenas versões bem comuns de técnicas da “velha mídia”. Em ambos os casos, elas são emocionantes porque pontuam dois valores do jornalismo tradicional: dão voz aos ’sem voz’ e colocam diretamente uns contra os outros.


(Ryan Thornburg, professor da Universidade da Carolina do Norte – EUA)

Na era dos meios sociais, as regras mudaram radicalmente, e hoje, as pessoas procuram uma relação mais honesta e direta com as empresas. Empresas enfrentam agora um dilema: tornarem-se cada vez mais controladas e escondidas, ou utilizarem-se das ferramentas de comunicação social para revelarem seu lado mais humano, estabelecendo novas e mais duradouras relações com seus clientes?

1. De “Tentar vender” para “Relação com o cliente”
A fim de mudar o contexto do relacionamento com os clientes, as empresas precisam recorrer a diversas táticas, incluindo sites como o Facebook, Twitter e Orkut, para interagirem socialmente com as pessoas. As marcas mais populares tendem a investir menos para vender seus produtos ou serviços e mais para fazerem com que seus clientes conheçam a “personalidade” de suas empresas. O objetivo é menos pela venda e mais pela personalidade da própria empresa. Como resultado, as pessoas se sentem mais confortáveis para fazer negócios com essas empresas.

2. De “grandes campanhas” para “Pequenas ações”

Com sites como Facebook, Twitter e Orkut, basicamente todos nós temos nossa própria rede de radiodifusão, e as empresas estão começando a ver que ao invés de gastar milhões de dólares em campanhas de publicidade tradicional, pequenos atos podem ser mais valiosos, porque as pessoas vão inevitavelmente, compartilhar experiências, através das plataformas sociais da web. No passado, se estivéssemos muito felizes ou muito tristes com uma empresa, demoraria dias ou semanas para dizer a todos os nossos amigos e parentes sobre isso. Hoje, em questão de minutos, podemos deixar todos os nossos amigos no Orkut, Facebook ou seguidores no Twitter sabendo sobre o que aconteceu. Agora, toda a experiência do cliente pode ser fácil e amplamente difundida – para o bem ou para o mal.

3. De “controle de imagem” para “sermos nós mesmos”
As empresas estavam acostumadas a trabalhar a sua imagem. Agora repare nas empresas mais populares na era dos meios sociais, e você encontrará, geralmente, os que dão aos seus empregados a liberdade de serem eles próprios nos espaços online. O objetivo não deve continuar a ser a criação de uma forma muito controlada e polida, imagem que todas as empresas tentam reforçar, mas sim dar aos trabalhadores os meios necessários para que os seres humanos possam colocar um rosto amigável sobre a empresa.

4. De “difícil acesso” para “disponível em toda parte”
Para interagir com os clientes, já não é suficiente ter um endereço de e-mail e número de atendimento. Hoje, as pessoas querem interagir e se envolver com as empresas escolhidas através de seus meios de comunicação, se é esse o Twitter, Facebook, Orkut ou fóruns de discussão. Se o cliente quer se comunicar com a empresa, tende a procurá-los no Twitter ou Orkut primeiro. Sabendo que pode se comunicar com a empresa através das redes as quais já é mais ativo, faz com que se sinta mais confortável para (quem sabe) fazer negócios.

Nesta nova era da comunicação social, as empresas são convidadas a serem cada vez mais transparente se pessoais. Evidentemente, a publicidade tradicional sempre terá seu espaço, mas os sites sociais como o Twitter, Orkut e Facebook permitem um novo tipo de comunicação muito efetivo, As empresas que optam por não se adaptarem à nova cultura estarão em uma desvantagem que só tende a aumentar, tal como os seus clientes irão (seguramente) construir relações pessoais com os seus concorrentes. Estamos na era da comunicação aberta, do diálogo estabelecido, e da transparência para o sucesso das empresas, que neste momento pode estar menos relacionado com o tamanho do budget, e mais na qualidade das interações com seus clientes.

Tapume


Confira a colocação de um adesivo no tapume do Shopping Recreio - RJ para a loja Zastras Brinquedos. Este material está sendo muito utilizado nas expansões dos shoppings como também lojas novas.

Produzido: SUA Comunicação

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Propagandas de motéis


O que seriam sem essas propagandas criativas. Muito boa.

Evolução da marca


A maioria das empresas modernizam suas marcas, são pequenas alterações mas sempre acompanhando as tendências do mercado, neste caso a Pepsi. Há algumas empresas que são tradicionais como a Coca-cola e optam em manter sua marca e propagandas modernas.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Propaganda enganosa


Essa frase ficou conhecida em todo Brasil "Quer pagar quanto?", apesar de ser um erro gravíssimo da agência de publicidade, foi veiculado em rede nacional nos principais meios de comunicação (rádio, jornal e tv), e quem pagou o pato foi o cliente. Esse foi um exemplo clássico de propaganda enganosa.

A propaganda enganosa além de ser expressamente vedada pelo Código de Defesa do Consumidor, é crime.

Quem efetua a propaganda enganosa comete a infração prevista no artigo 66 do Código do Consumidor e sujeita-se a uma pena de detenção de três a um ano e multa, onde incorre na mesma pena o gerenciador da propaganda enganosa.

A propaganda é considerada enganosa quando induz o consumidor à erro, ou seja, quando apresenta um produto ou serviço com qualidade ou quantidade que não possui.

Fique esperto!

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Campanha publicitária Hortifruti


Confira a campanha publicitária do Hortifrut, onde eles mesclam os clássicos do cinema com frutas, legumes e hortaliças. muito legal. Agradecemos a blogueira Amanda Amaral pela sugestão.

Realidade aumentada

A realizade aumentada é uma interação entre objetos reais e objetos virtuais, como assim? Através de uma câmera de celular ou web cam você conseguirá saber o que se passa. São objetos que por códigos bidimensionais, acionam um programa pré-intalado e assim ocorre a animação interativa ou não.

Para visualizar uma peça você tem que instalar um programa chamado QR Code em seu celular ou micro.

Com esse fato a aplicação em qualquer publicidade impressa se torna um show de tecnologia. Assista ao vídeo.

Fonte:

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Marketing escada rolante

Juice Salon



Um exemplo bem criativo de marketing de guerrilha é o que o Salão Juice Salon fez em um shopping. Não tem como passar sem observar, muito criativo, sensacional. Uma idéia simples e muito bem aproveitada.

Marca: Juice Salon
Agência: Rediffusion DY&R, Mumbai, india




quarta-feira, 27 de maio de 2009

Nivea: Tchau celulite

Assim como temos o Rio Fashion Week e o São Paulo Fashion Week (SPFW) aqui no Brasil, uma das semanas de moda que acontecem nos EUA é a Miami Fashion Week.

Para divulgar a Nivea e seu creme anti-celulite neste evento em Miami a TBWA\CHIAT\DAY, Nova York, criou um lounge especial para a marca: apenas um sofa com dois lugares, um com ondulações e "furos", comocelulites, e o outro completamente liso com a mensagem: "Good-bye cellulite" (Tchau celulite).


Forma extremamente eficiente de transmitir a mensagem. Uma peça publicitária simples, barata e eficiente, como deve ser.