sábado, 21 de novembro de 2015

EMPRESAS DEVEM PARTICIPAR DE EVENTOS EM ÉPOCAS DE CRISE?

O Brasil vive um momento econômico delicado, cujos desdobramentos têm refletido negativamente nos mais variados segmentos de mercado. Diante deste cenário, empresários mais conservadores retraem seus investimentos em ações de promoção de suas marcas e produtos, pensando ser esta uma atividade estratégica para reduzir custos. O grande erro destes administradores é o de “esconder” suas organizações na hora em que elas mais precisam ser vistas. Afinal, como vender mais e conquistar novos clientes se não há divulgação comercial e institucional? Será, então, que as empresas devem participar de eventos em épocas de crise? Para saber mais sobre esta temática, leia o que separamos para você!

IMPORTÂNCIA DE PARTICIPAR DE EVENTOS EM ÉPOCAS DE CRISE Bons empreendedores usam os momentos de crise para buscar novos caminhos que permitirão que seus negócios se sobressaiam perante os de seus concorrentes. Sabe-se que em um cenário como este, é preciso realizar cortes. Porém, na hora de decidir quais despesas diminuir, é necessário ter visão estratégica e ponderar quais destes custos podem ser reduzidos sem impactar na lucratividade e quais devem ser feitos a fim de poupar o caixa no final do mês. Diante desta situação, participar de eventos em épocas de crise não é um custo, mas sim um importante investimento a ser feito para que a empresa apareça não só para o mercado, mas também para seus clientes e prospects. Pense o seguinte: se a organização na qual trabalha deixar de participar de uma feira, por exemplo, ela estará abrindo caminho para que os concorrentes que estarão presentes, projetem suas marcas e produtos e façam bons negócios até mesmo com aqueles que já compram com você. A presença em eventos é importante até mesmo para suprir a necessidade do consumidor de adquirir produtos e serviços mais eficientes, que possuam uma melhor performance em relação aos custos/benefícios. Esta é uma argumentação válida e eficaz para afirmar que a solução para a crise que também atinge seus compradores é a aquisição daquilo que você vende!

BENEFÍCIOS DE PARTICIPAR DE EVENTOS EM ÉPOCAS DE CRISE Participar de eventos em épocas de crise é essencial para não deixar que ela afete as finanças da sua empresa. E o comparecimento a feiras, seminários, workshops e demais acontecimentos de sua área de atuação, feito de maneira estratégica, trará ótimos e múltiplos resultados aos investimentos feitos para expor seu negócio. Dentre as vantagens de ocupar um stand em um evento, podemos citar a venda direta e indireta de produtos e serviços; a oportunidade de relacionar com todos os públicos interessados em sua área de atuação; a observação sobre quais as novidades do mercado para implantá-las futuramente em seu negócio; a obtenção de um feedback sobre os produtos e sobre a imagem que a sua empresa tem no ambiente de negócios dela; a realização de pesquisas de mercado; a prospecção de clientes; a criação de uma base sólida para novos contatos; etc. Participar de eventos em épocas de crise é essencial para projetar a marca, e os produtos e serviços vinculados a ela. Com estratégias bem delineadas, a presença em atividades onde o público-alvo da organização estará, fornecerá um cenário favorável às transações comerciais. Portanto, desenvolva adequadamente os objetivos e metas a serem alcançados e marque presença nos maiores eventos de seu segmento de mercado! Ainda tem dúvidas sobre a importância de participar de eventos em épocas de crise? Deixe um comentário e participe da conversa!

Fonte: http://site.sharespot.com.br/

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Idea sensacional


Agora você vai ter um bom motivo para ir ao banheiro.

PUBLICIDADE vs. REALIDADE


Compartilhem a nossa realidade.

COMO ACABAR COM UMA PROPAGANDA


Como um simples abrir da porta automática do shopping pode estragar uma campanha publicitária.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Rolling Media (Mídia escada rolante)


A empresária Cristiana Arcangeli fechou parceria com Cylene Ferraz do Amaral, diretora-executiva da Cravo&Canela Comunicação. Juntas, elas trazem ao Brasil uma forma exclusiva de publicidade e branding: o ADRail, que utiliza corrimãos de escadas e esteiras rolantes de aeroportos, metrôs e shoppings para divulgar campanhas de novos produtos e marcas.

O ADRail será comercializado no país pela Rolling Media, comandada pelas duas sócias, que conheceram a nova ferramenta de comunicação em uma feira nos Estados Unidos. “Essa mídia é extremamente diferenciada e única, tanto na forma de desenvolvimento quanto na aplicação e no approach com o consumidor”, afirma Cristiana. “E uma característica muito interessante do adesivo é que ele possui tecnologia bacteriostática, que impede a disseminação de bactérias entre o corrimão e as mãos das pessoas, algo inédito e que faz toda a diferença para quem anda em escadas rolantes”, completa.

A primeira instalação, uma prévia do lançamento, está sendo apresentada em formato exibição, a partir de 20 de outubro na Estação da Sé do Metrô, com uma campanha da beauty’in, marca de aliméticos que Cristiana Arcangeli lançou em 2010. Os primeiros mercados de atuação da nova forma de mídia serão São Paulo e Rio de Janeiro, com projetos de expansão para outras capitais em 2012.

O ADRail é um adesivo que envolve o corrimão de escadas rolantes. Sua instalação é feita por uma máquina que aplica de forma diferenciada este adesivo, um decalque com uma tecnologia exclusiva que não permite a disseminação de bactérias. Ou seja, a película transparente que protege a impressão apresenta em sua fórmula uma base de extratos cítricos que inibe o crescimento de micro-organismos nocivos à saúde. A patente pertence à multinacional americana EHC Global, que desenvolveu o produto e também é maior fabricante de corrimãos de escadas e esteiras rolantes.

A aplicação do ADRail dura no máximo 20 minutos por escada (corrimão de descer e subir). A remoção do adesivo é simples, uma vez que não possui cola e o produto não adere à superfície e basta uma limpeza normal para que outra campanha seja instalada. O suporte publicitário possui ainda certificação TUV, que comprova que o adesivo não compromete o funcionamento do aparelho. Além disso, o ADRail atende e supera os requisitos de segurança e testes de inflamabilidade.

A novidade já é tendência nos Estados Unidos, Inglaterra, Japão e Canadá. Marcas como M&Ms, Disney, Land Rover, Starbucks, Macy’s e Chicco, Audi, Mercedes, LV, são exemplos de algumas empresas que já aderiram à nova mídia, que promete revolucionar o mercado publicitário. “Com tanta popularidade, nossa expectativa é faturar R$ 10 milhões no primeiro ano e chegar a R$ 50 milhões em cinco anos”, diz Cylene.

O valor do metro linear impresso sai a partir de R$ 440,00. Assim, uma escada rolante com 30 metros lineares terá um custo de R$ 13.200,00. O adesivo é fabricado no Canadá e demora dez dias para ficar pronto. O tempo total estimado da logística, para envio do layout do cliente, confecção do adesivo e retorno ao Brasil para aplicação é de aproximadamente 20 dias.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Adesivação blindex


Foi desenvolvido para Magnífica Imóveis RJ: Design, Produção e Adesivação do Blindex,
para divulgação local do PDV.

Cliente: Magnífica Imóveis
Produção: SUA Comunicação - suacomunicacao.com

domingo, 2 de maio de 2010

Mídias Sociais


Várias expressões ‘da moda’ – compartilhamento de informação, jornalismo cidadão, crowd sourcing -, empolgam um grande número de pessoas, mas elas não percebem como influenciam as relações públicas de informação. Essas expressões também aterrorizam um monte de gente que não se dá conta que, em muitos aspectos, essas práticas são apenas versões bem comuns de técnicas da “velha mídia”. Em ambos os casos, elas são emocionantes porque pontuam dois valores do jornalismo tradicional: dão voz aos ’sem voz’ e colocam diretamente uns contra os outros.


(Ryan Thornburg, professor da Universidade da Carolina do Norte – EUA)

Na era dos meios sociais, as regras mudaram radicalmente, e hoje, as pessoas procuram uma relação mais honesta e direta com as empresas. Empresas enfrentam agora um dilema: tornarem-se cada vez mais controladas e escondidas, ou utilizarem-se das ferramentas de comunicação social para revelarem seu lado mais humano, estabelecendo novas e mais duradouras relações com seus clientes?

1. De “Tentar vender” para “Relação com o cliente”
A fim de mudar o contexto do relacionamento com os clientes, as empresas precisam recorrer a diversas táticas, incluindo sites como o Facebook, Twitter e Orkut, para interagirem socialmente com as pessoas. As marcas mais populares tendem a investir menos para vender seus produtos ou serviços e mais para fazerem com que seus clientes conheçam a “personalidade” de suas empresas. O objetivo é menos pela venda e mais pela personalidade da própria empresa. Como resultado, as pessoas se sentem mais confortáveis para fazer negócios com essas empresas.

2. De “grandes campanhas” para “Pequenas ações”

Com sites como Facebook, Twitter e Orkut, basicamente todos nós temos nossa própria rede de radiodifusão, e as empresas estão começando a ver que ao invés de gastar milhões de dólares em campanhas de publicidade tradicional, pequenos atos podem ser mais valiosos, porque as pessoas vão inevitavelmente, compartilhar experiências, através das plataformas sociais da web. No passado, se estivéssemos muito felizes ou muito tristes com uma empresa, demoraria dias ou semanas para dizer a todos os nossos amigos e parentes sobre isso. Hoje, em questão de minutos, podemos deixar todos os nossos amigos no Orkut, Facebook ou seguidores no Twitter sabendo sobre o que aconteceu. Agora, toda a experiência do cliente pode ser fácil e amplamente difundida – para o bem ou para o mal.

3. De “controle de imagem” para “sermos nós mesmos”
As empresas estavam acostumadas a trabalhar a sua imagem. Agora repare nas empresas mais populares na era dos meios sociais, e você encontrará, geralmente, os que dão aos seus empregados a liberdade de serem eles próprios nos espaços online. O objetivo não deve continuar a ser a criação de uma forma muito controlada e polida, imagem que todas as empresas tentam reforçar, mas sim dar aos trabalhadores os meios necessários para que os seres humanos possam colocar um rosto amigável sobre a empresa.

4. De “difícil acesso” para “disponível em toda parte”
Para interagir com os clientes, já não é suficiente ter um endereço de e-mail e número de atendimento. Hoje, as pessoas querem interagir e se envolver com as empresas escolhidas através de seus meios de comunicação, se é esse o Twitter, Facebook, Orkut ou fóruns de discussão. Se o cliente quer se comunicar com a empresa, tende a procurá-los no Twitter ou Orkut primeiro. Sabendo que pode se comunicar com a empresa através das redes as quais já é mais ativo, faz com que se sinta mais confortável para (quem sabe) fazer negócios.

Nesta nova era da comunicação social, as empresas são convidadas a serem cada vez mais transparente se pessoais. Evidentemente, a publicidade tradicional sempre terá seu espaço, mas os sites sociais como o Twitter, Orkut e Facebook permitem um novo tipo de comunicação muito efetivo, As empresas que optam por não se adaptarem à nova cultura estarão em uma desvantagem que só tende a aumentar, tal como os seus clientes irão (seguramente) construir relações pessoais com os seus concorrentes. Estamos na era da comunicação aberta, do diálogo estabelecido, e da transparência para o sucesso das empresas, que neste momento pode estar menos relacionado com o tamanho do budget, e mais na qualidade das interações com seus clientes.

Tapume


Confira a colocação de um adesivo no tapume do Shopping Recreio - RJ para a loja Zastras Brinquedos. Este material está sendo muito utilizado nas expansões dos shoppings como também lojas novas.

Produzido: SUA Comunicação

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Propagandas de motéis


O que seriam sem essas propagandas criativas. Muito boa.

Evolução da marca


A maioria das empresas modernizam suas marcas, são pequenas alterações mas sempre acompanhando as tendências do mercado, neste caso a Pepsi. Há algumas empresas que são tradicionais como a Coca-cola e optam em manter sua marca e propagandas modernas.